Tipos de LCD

A tecnologia LCD é dividida em tipos. A seguir são citados três:

TN (Twisted Nematic): é um tipo encontrado nos monitores LCD mais baratos. Nesse tipo, as moléculas de cristal líquido trabalham em ângulos de 90º. Monitores que usam TN podem ter a exibição da imagem prejudicada em animações muito rápidas;

STN (Super Twisted Nematic): é uma evolução do padrão TN, capaz de trabalhar com imagens que mudam de estado rapidamente. Além disso, suas moléculas têm movimentação melhorada, fazendo com que o usuário consiga ver a imagem do monitor satisfatoriamente em ângulos muitas vezes superiores a 160º;

GH (Guest Host): o GH é uma espécie de pigmento contido no cristal líquido que absorve luz. Esse processo ocorre de acordo com o nível do campo elétrico aplicado. Com isso, é possível trabalhar com várias cores.

Monitores TFT (Thin Film Transistor) ou Matriz Ativa

Um tipo de tela muito encontrado no mercado é o TFT, sendo usado inclusive em notebooks. Essa tecnologia tem como principal característica a aplicação de transistores em cada pixel. Assim, cada unidade pode receber uma tensão diferente, permitindo, entre outras vantagens, a utilização de resoluções altas. Por outro lado, sua fabricação é tão complexa que não é raro encontrar monitores novos que contém pixels que não funcionam (os chamados “dead pixels”). Essa tecnologia é muito utilizada com cristal líquido, sendo comum o nome TFT-LCD (ou Active Matrix LCD) para diferenciar esse equipamentos.

Há também um tipo denominado “Matriz Passiva” (DSTN – Double Super Twist Nematic), atualmente usado em dispositivos portáteis, já que esse tipo de tela tem ângulo de visão mais limitado e tempo de resposta maior. Para monitores, esse padrão já não é recomendado.

Telas de plasma

Há quem pense que monitores LCD e telas de plasma são as mesmas coisa, mas não são. A principal diferença deste tipo de tela, é que cada pixel cria sua própria fonte de luz e, portanto, não existe um tubo de imagem que barre a tela. A imagem da tela de plasma é muito nítida e não possui problemas de distorção nas extremidades da tela. Para gerar a luz em cada pixel, são usados elétrodos carregados entre painéis de cristal, que originam pequenas explosões de gás xenônio, que por sua vez, reagem com luz ultravioleta, fazendo o fósforo vermelho, verde ou azul de cada pixel brilhar.

Tamanho da tela e resolução

Com a popularização dos monitores LCD, é cada vez mais comum encontrar no mercado aparelhos de tamanhos maiores do que os tradicionais monitores de 14″ ou 15″ (lê-se o símbolo ” como polegadas). No momento em que este artigo era elaborado no InfoWester, os monitores LCD de 17″ eram os mais comuns, não sendo raro encontrar modelos de 19″.

Em relação à resolução, os monitores LCD trabalham com taxas satisfatórias, mas há uma ressalva: é recomendável que o monitor trabalhe com a resolução que recebe de fábrica. Isso porque a exibição da imagem será prejudicada, caso uma taxa diferente seja usada. Por exemplo, pode acontecer de o monitor deixar uma borda preta em torno da imagem em resoluções menores que o padrão ou, ainda, o aparelho pode “esticar” a imagem, causando estranheza a quem vê. Além disso, tentar trabalhar com resoluções maiores é praticamente impossível.

Dispositivos com LCD Dispositivos com LCD

Tempo de resposta

O tempo de resposta é uma característica que interessa em muito a quem deseja utilizar o monitor LCD para rodar jogos ou assistir vídeos. Isso porque estas são aplicações que exigem mudança rápida do conteúdo visual. Se o monitor não for capaz de acompanhar essas mudanças, atrasará a alteração de estado de seus pixels, causando efeitos indesejados, como “objetos fantasmas” na imagem ou sombra em movimentos.

Quanto menor o tempo de resposta, melhor a atualização da imagem. No momento em que este artigo era escrito, já era possível encontrar monitores que oferecem tempo de resposta de 6 ms (milisegundos), mas o padrão era de 8 ms. Para um resultado satisfatório, é recomendável o uso de monitores com essa taxa inferior a 15 ms.

Contraste e brilho

O contraste é outra característica importante na escolha de monitores LCD. Trata-se de uma medição da diferença de luminosidade entre o branco mais forte e o preto mais escuro. Quanto maior for esse valor, mais fiel será a exibição das cores da imagem. Isso acontece porque essa taxa, quando em número maior, indica que a tela é capaz de representar mais diferenças entre cores. Para o mínimo de fidelidade, é recomendável o uso de monitores com contraste de pelo menos 450:1.

Em relação ao brilho, o ideal é o uso de monitores que tenham essa taxa em, pelo menos, 250 cd/m² (candela por metro quadrado).

Vantagens e desvantagens

No decorrer do artigo, é possível notar as vantagens dos monitores LCD, porém vale a pena frisá-las melhor:

:: Um monitor LCD é muito mais fino que um monitor CRT, ocupando menos espaço físico;

:: Um monitor LCD é mais leve que um monitor CRT, facilitando seu transporte;

:: A tela de um monitor LCD é, de fato, plana. Os modelos CRT que possuem essa característica têm, na verdade, uma curvatura mínima;

:: Aárea de exibição de um monitor LCD é maior, já que nos monitores CRT a carcaça cobre as bordas do tubo de imagem. Isso não ocorre em aparelhos com LCD;

:: O consumo de energia de um monitor LCD é muito menor;

:: Há pouca ou nenhuma emissão de radiação.

Quanto às desvantagens:

:: Os monitores LCD têm mais limitação no uso de resoluções variadas (já explicado neste artigo);

:: O ângulo de visão de um monitor LCD é mais limitado, porém isso só ocorre em modelos antigos ou de qualidade inferior. Os modelos atuais trabalham com ângulos maiores;

:: Monitores TFT-LCD podem ter pixels que não funcionam ou não alteram de cor (os chamados “dead pixels”). Todavia, isso é cada vez menos freqüente;

:: O preço dos monitores LCD é ligeiramente superior aos monitores CRT, porém estão com preços cada vez mais acessíveis.

Monitores LCD widescreen

Já é comum encontrar no mercado monitores LCD na categoria widescreen. Mas, o que isso significa? Monitores desse tipo são mais largos, o que os tornam uma excelente opção para a visualização de filmes (muitas produções em DVD suportam esse formato), para a manipulação de planilhas longas, para trabalhos de tratamento de imagens, para edição de vídeos, para jogos, entre outros.

Via de regra, um monitor pode ser considerado widescreen quando tem um aspect ratio superior a 4:3. Isso quer dizer que a proporção da tela é uma unidade de medida maior na largura para cada três unidades de medida na altura. Para efeitos comparativos, bastaria uma tela ter aspect ratio de 4:4 (ou 1:1) para ser considerada quadrada. O monitor visto abaixo tem aspect ratio de 16:10, portanto, é widescreen:

Monitor widescreen ao lado de um monitor normal

A aquisição de monitores LCD widescreen tem se mostrado vantajosa, pois os valores de venda são próximos aos dos monitores LCD “normais”. Além disso, também já é possível encontrar com facilidade notebooks cujas telas são widescreen, o que demonstra que essa é uma tendência de mercado. Note, no entanto, que um monitor de 19″ widescreen não é, necessariamente, maior que um monitor de 19″ “normal”, por exemplo. O que acontece nos monitores widescreen é que, a grosso modo, suas laterais são mais afastadas, mas a distância entre as extremidades superior e inferior não aumentam na mesma proporção. Assim, a área de um monitor 19″ widescreen não é, necessariamente, maior que a área de uma tela 19″ “normal”, como alguns pensam.

Finalizando

Os monitores LCD atuais se mostram bem mais vantajosos que os tradicionais aparelhos CRT. Além disso, os preços desse tipo de equipamento são cada vez mais acessíveis e a tecnologia é aperfeiçoada com o passar do tempo. Por isso, se você pretende adquirir um novo monitor, não hesite: prefira um com a tecnologia LCD. Alguns modelos já são tão avançados que podem, por exemplo, sintonizar sinais de TV, fazendo com que o aparelho sirva tanto como monitor quanto como televisor.

Fonte: http://www.infowester.com/monlcd.php

Todos querem uma TV de LED, mas você sabe o que é LED?

O diodo emissor de luz, também conhecido pela sigla em inglês LED (Light Emitting Diode). Sua funcionalidade básica é a emissão de luz em locais e instrumentos onde se torna mais conveniente a sua utilização no lugar de uma lâmpada. Especialmente utilizado em produtos de microeletrônica como sinalizador de avisos, também pode ser encontrado em tamanho maior, como em alguns modelos de semáforos.

O LED é um diodo semicondutor (junção P-N) que quando energizado emite luz visível por isso LED (Diodo Emissor de Luz). A luz não é monocromática (como em um laser), mas consiste de uma banda espectral relativamente estreita e é produzida pelas interacções energéticas do electrão. O processo de emissão de luz pela aplicação de uma fonte eléctrica de energia é chamado eletroluminescência.

Em qualquer junção P-N polarizada diretamente, dentro da estrutura, próximo à junção, ocorrem recombinações de lacunas e elétrons. Essa recombinação exige que a energia possuída por esse elétrons, que até então era livre, seja liberada, o que ocorre na forma de calor ou fótons de luz .

No silício e no germânio, que são os elementos básicos dos diodos e transistores, entre outros componentes electrónicos, a maior parte da energia é liberada na forma de calor, sendo insignificante a luz emitida (devido a opacidade do material), e os componentes que trabalham com maior capacidade de corrente chegam a precisar de irradiadores de calor (dissipadores) para ajudar na manutenção dessa temperatura em um patamar tolerável.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Diodo_emissor_de_luz

Você sabe o que é Plasma?

Em Física, o plasma é denominado o quarto estado da matéria. Difere-se dos sólidos, líquidos e gasosos por ser um gás ionizado, constituídos por átomos ionizados e elétrons em uma distribuição quase-neutra (concentrações de íons positivos e negativos praticamente iguais) que possuem comportamento coletivo. A pequena diferença de cargas torna o plasma eletricamente condutível, fazendo com que ele tenha uma forte resposta a campos eletromagnéticos.

Lampada de Plasma

O primeiro cientista a iniciar as pesquisas efetivas sobre plasma foi Michael Faraday, em 1830.

Michael Faraday

Com a descoberta do elétron e o aperfeiçoamento dos tubos de descarga a vácuo, estudos com gases à baixa pressão, conduzidos pelos cientistas Langmuir e Crookes, permitiram a elaboração dos primeiros modelos teóricos para ionização, recombinação, difusão, colisões elétron-íon e a formação de íons negativos.

O termo plasma foi utilizado algum tempo depois (1920), por Irving Langmuir e H. Mott-Smith, para designar gases ionizados. Como plasma se refere à matéria moldável, os cientistas provavelmente se referiram à propriedade que o plasma tem de reagir a campos eletromagnéticos, podendo ter sua trajetória modificada, como se fosse um “fio de luz”. Em 1929, estudos com sondas eletrostáticas, no diagnóstico de plasmas em descargas a baixa pressão, foram precursores dos tubos de descarga com mercúrio gasoso para iluminação – as futuras lâmpadas fluorescentes.

A partir da década de 1930, o plasma foi examinado pela ciência e seus fundamentos teóricos foram edificados. O interesse na obtenção de novas fontes de energia relevou a importância do plasma no processo de fusão nuclear.

Em 1961, surgiu o primeiro conceito bem sucedido de confinamento magnético de plasmas. Pouco tempo depois, a União Soviética construiu a primeira máquina capaz de confinar o plasma e obter energia oriunda de fusão nuclear, batizado de Tokamak. O Tokamak é pesquisado até hoje e acredita-se ser, teoricamente, o melhor candidato à nova fonte de energia desse século.

Em 1970, foram instauradas as primeiras tecnologias de pesquisa em plasmas, como exemplos, as lâmpadas especiais, arcos de plasma para solda e corte, chaves de alta tensão, implantação de íons, propulsão espacial, laser a plasma e reações químicas com plasmas reativos. Deixava de ser apenas teórico e passava a ter utilidade prática.

Em 1994, vem ao público o uso do plasma em terminais de vídeo plano, em Osaka, no Japão. Era a ideia matriz das TVs de plasma.Em 1999, verificou-se que a utilização de filtros a plasma eliminava 90% de gases poluentes de veículos automotores.

Em 2000, ocorreu com sucesso a utilização de propulsores iônicos para propulsão primária com xenônio na aeronave Deep Space 1.

No começo de 2005, o sucesso da venda dos televisores de plasma, em função da altíssima resolução que possuem (HDTV), tornou a tecnologia atrativa e economicamente importante, acarretando em investimentos em pesquisa por parte de grandes empresas, como a Panasonic, Philips, Sony e LG.

Fonte: Wikipédia

Você sabe exatamente o que é LCD?

Os monitores de cristal líquido (LCD), antes um produto restrito aos notebooks, são agora uma realidade para computadores de mesa. As três grandes vantagens deste tipo de monitor se comparado com os tradicionais monitores CRT (tubo de raios catódicos) são o menor espaço que ele ocupa na mesa (especialmente em modelos de 17″ para cima), o menor consumo elétrico e a total ausência de cintilação (flickering), mesmo com a taxa de atualização configurada em 60 quadros por segundo (60 Hz). Neste tutorial explicaremos tudo o que você precisa saber para fazer a escolha certa na hora de comprar um novo monitor LCD.

A coisa mais importante que você precisa saber sobre a tecnologia LCD é que as telas LCD têm uma resolução fixa. Esta resolução é chamada “resolução nativa”, “resolução máxima” ou simplesmente “resolução”, e você deve configurar o seu computador com esta resolução, caso contrário três coisas podem acontecer, a depender do modelo do seu monitor:

1. A imagem não será nítida; ficará sem definição. Você poderá ver muitas áreas quadradas sem nenhuma definição.

2. O monitor centralizará a imagem na nova resolução, diminuindo o tamanho da imagem e deixando um espaço preto entre a imagem e a borda da tela. Por exemplo, se a configuração nativa é 1280×960 e você diminuiu a resolução para 800×600, isto significa que existem 480 pixels sobrando na horizontal (1280 – 800) e 360 pixels sobrando na vertical (960 – 600). A imagem será centralizada e haverá 240 pixels apagados (pretos) acima e abaixo da imagem e 180 pixels apagados (pretos) nos lados da imagem.

3. O monitor tentará “esticar” a imagem para que o espaço preto ao redor dela não apareça, preenchendo toda a tela. Isto é feito através de uma técnica chamada interpolação, que não é 100% perfeita e você sentirá que a imagem tem melhor qualidade (definição) quando a tela é configurada em sua resolução nativa, apesar de os elementos na tela (ícones, letras, etc) ficarem menores. Em geral você sentirá que a imagem está ligeiramente “fora de foco” quando o monitor não está configurado para trabalhar em sua resolução nativa.

Por causa desta característica inerente aos painéis de LCD você terá de escolher um monitor LCD que tenha uma resolução que seja mais confortável para você. A maior resolução nem sempre é a melhor. Com resoluções maiores você tem mais espaço na tela (em outras palavras, você pode ter mais coisas na tela ao mesmo tempo) apesar de os ícones e letras ficarem menores. Portanto, para o usuário médio um monitor com uma resolução alta nem sempre pode significar um melhor produto. Vai depender da aplicação. Se você usa o computador apenas para navegar na internet, escrever e-mails, usar uma planilha de eletrônica e um processador de textos, provavelmente você quer um monitor com uma resolução baixa, já eles são mais baratos e não fará com que seus ícones e letras fiquem pequenos. Mas se você trabalha com aplicações profissionais como edição de vídeos e imagens, então você provavelmente quer um monitor de alta resolução e tela grande.

Se você curte jogos, você deve comprar um monitor compatível com a resolução que você quer jogar, caso contrário o jogo ficará sem nitidez. Em outras palavras, configure o seu jogo para rodar na resolução nativa (ou seja, na resolução máxima) do seu monitor. Todos os jogadores sabem que quando você aumenta a resolução do jogo o desempenho diminui (porque existirão mais pixels para serem desenhados na tela). Se seu jogo está rodando com um desempenho muito baixo, isto significa que está na hora de você fazer um upgrade da sua placa de vídeo. Você pode diminuir a resolução do jogo para aumentar o desempenho, mas como explicamos, você reduzirá a qualidade de imagem.

Veja mais em: http://www.clubedohardware.com.br/artigos/Tudo-o-Que-Voce-Precisa-Saber-Sobre-Monitores-LCD/942/2

Monitores de LCD fornecerão informações em tempo real no Metrô

O Metrô de São Paulo ganhará 900 novos monitores multimídia LCD, que irão informar dados como tempo de chegada dos trens na plataforma, avisos institucionais e informações gerais ao público em 51 estações das Linhas 1-Azul, 2-Verde e 3-Vermelha. Os equipamentos começarão a ser instalados a partir do segundo semestre desse ano.
Essas informações em tempo real poderão ser transmitidas aos usuários graças à interface tecnológica com os novos sistemas de sinalização, telecomunicações e controle de tráfego que estão sendo implantados no Metrô. Essa tecnologia será fornecida pela Sony, contratada pela Alstom, empresa responsável pela implantação desses novos sistemas automatizados no Metrô.
Nos trilhos da tecnologia de ponta
O sistema escolhido é o CBTC (Controle de Trens Baseado em Comunicações), que contempla o que há de mais moderno em sistemas de sinalização metroferroviária no mundo. Essa tecnologia, que também será adotada em três linhas da CPTM, permite, a partir de softwares específicos, o controle da distância, velocidade, quantidade de freios a serem aplicados a cada trem, posicionamento, entre outros parâmetros.
O sistema possibilita obter o máximo de desempenho operacional e o menor intervalo entre trens em operação com total segurança. A Linha 3-Vermelha, por exemplo, deverá operar com intervalos entre 80 e 85 segundos, um dos menores do mundo. Além disso, reduz o uso de equipamentos nas vias, o que representa menores gastos com manutenção e maior disponibilidade operacional.
A substituição dos sistemas de sinalização e telecomunicações das linhas do Metrô faz parte do Plano de Expansão do Transporte Metropolitano, por meio do qual o Governo de São Paulo investirá até 2011 R$ 23 bilhões na modernização da malha ferroviária e ampliação do Metrô.

Fonte: http://www.saopaulo.sp.gov.br/

Infinite, o monitor de plasma sem bordas!

A linha INFINITE foi concebida para oferecer monitores ideais para publicidade, monitoração e controle.
INFINITE é um monitor de plasma ultrafino, desenvolvido com a mais moderna tecnologia.
INFINITE é expansível para atender a todos os requisitos e fino o bastante para se adequar a todos os ambientes.
Os monitores de plasma podem ser utilizados para montar um painel gigante, proporcionando uma distância mínima inferior a 0,4mm entre os painéis.
Com a linha INFINITE, sua possibilidade de montar painéis gigantes é ilimitada.
INFINITE se adequa a qualquer ambiente que você imaginar.

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